quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Los Angeles 45 graus

A forte onda de calor que está sobre a Califórnia, nos Estados Unidos,
elevou a temperatura a um nível recorde nesta segunda-feira. No centro
de Los Angeles fez 45°C (113°F) por volta das 12h15min.


A marca bateu o índice histórico de 44,44°C, registrado em 26 de junho
de 1990, segundo o especialista Stuart Seto, do Serviço Meteorológico
Nacional, com sede em Oxnard.

Fonte: www.clicrbs.com

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Chuva histórica de granizo em Guarulhos

Na noite do último dia 21 uma chuva de granizo de rara intensidade surpreendeu a
população de Guarulhos. Centenas de edificações foram danificadas. A principal
causa foi a junção dos dois elementos básicos para a formação de uma tempestade
severa: muito calor e muita umidade.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Granizo gigante nos EUA

Dica: ecobcg (meteopt.com/forum)

Uma pedra de granizo de 20 centímetros de diâmetro e 880 gramas foi encontrada em julho no Estado norte-americano da Dakota do Sul e bateu o recorde de maior da história do país, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA).



A pedra de gelo foi encontrada na cidade de Vivian no dia 23/07. Segundo o homem que a encontrou, a pedra de granizo era ainda maior quando foi encontrada, mas derreteu antes que fosse medida pelas autoridades.

A tempestade de granizo destruiu telhados, janelas e veículos. Acompanhando a tempestade houve
a ocorrência de um tornado.

Noite súbita em Helsinque

O vídeo abaixo mostra como anoiteceu em 1 minuto e meio em Helsinque, no
último dia 8 de agosto.

Caçadores de "Diabos de Pó"

Assim como em alguns lugares, em especial os EUA, existem os caçadores de
tornados, na Espanha existem os caçadores de diabos de pó (tradução lusitana).


Algumas manobras não são aconselháveis para quem sofre de sinusite.



Fonte: Mário Barros (meteopt.com/forum)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

São Paulo teve o agosto mais seco em 50 anos

O mês de agosto de 2010 terminou como o mais seco desde 1961 em São Paulo se considerada a quantidade de dias em que a umidade relativa do ar ficou abaixo dos 30% - quando é decretado estado de atenção. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a medição manual – na qual os registros históricos são baseados – apontou 11 dias abaixo deste índice.



                               fotos.limao.com.br

Apesar de as medições do Inmet serem realizadas desde 1943, o órgão só tem registros dos índices de umidade em São Paulo a partir de 1961. O mês também foi de pouca chuva – apenas 0,4 milímetros, quando a média de agosto é de 39 milímetros. O valor é o segundo menor desde que as medições são feitas – empata com 1975 e só fica atrás de 2007, quando não choveu na capital paulista.

A umidade do ar nesta terça-feira (31) esteve novamente abaixo dos 30%, colocando a cidade em estado de atenção. O índice mais baixo foi registrado na última sexta-feira (27), quando a umidade chegou a 12% - no limite do estado de emergência. O prefeito Gilberto Kassab chegou a cogitar o aumento da restrição a veículos na cidade.

O recorde de baixa umidade do ar na cidade foi registrado em 14 de agosto de 2009, quando o índice chegou a 10%.


                                noticias.r7.com

Em dias secos, a recomendação da Defesa Civil é que a população evite atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10h e as 17h e não pratique exercícios entre as 11h e as 15h. A ingestão de líquido é aconselhável para evitar problemas de desidratação.

Fonte: globo.com

domingo, 29 de agosto de 2010

Alterações no crescimento das florestas

Dica: Yahoo.com.br

As mudanças climáticas já estão causando alterações no padrão de crescimento das florestas - tanto das tropicais quanto das temperadas -, mostram dois estudos realizados pelo Smithsonian Institution, dos Estados Unidos. As alterações no clima têm feito com que as florestas tropicais cresçam em um ritmo mais lento do que o habitual, ao passo que o inverso ocorre nas florestas temperadas, onde as árvores se desenvolvem a taxas mais aceleradas. Em ambos os casos, o fenômeno pode ser explicado pelo aumento nas concentrações de CO2 na atmosfera.




"Nos últimos 40 anos verificamos um aumento de 15% nas emissões de CO2 na atmosfera. Era esperado que isso afetasse os padrões de crescimento das florestas, mas só agora estamos tendo as primeiras pistas de como isso está acontecendo na prática", afirma o pesquisador Stuart James Davies, diretor científico do Smithsonian Tropical Research Institute, considerada uma das principais instituições mundiais de estudos na área de ecologia tropical, com atuação em 40 países.


No Brasil, o Experimento de Grande Escala da Interação Biosfera-Atmosfera da Amazônia (LBA), iniciativa que soma mais de 150 projetos de pesquisas, ainda não possibilitou aferir conclusões sobre como o bioma é afetado pelo aquecimento global. "Ainda não temos dados suficientes para afirmar que a floresta tropical brasileira teve seus padrões de crescimento alterados em razão das mudanças climáticas", afirma Luiz Antonio Martinelli, pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP). Ele explica que as florestas tropicais têm maior variabilidade genética e possibilidade de adaptação a mudanças do que as florestas de clima temperado. "Mas já temos um banco de dados consistente para investigações futuras."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.