PEQUIM - As inundações na China, as piores desde 1998, já causaram 823 mortes e deixaram 437 desaparecidos em 2010, segundo dados do Escritório Estatal de Controle de Inundações e Secas, informa a agência Xinhua.
As perdas econômicas chegam a 154 bilhões de iuanes (US$ 22,7 bilhões), mais que o dobro de qualquer outro ano desde 2000. As chuvas continuarão no centro e sul da China, segundo as últimas previsões meteorológicas, que alertam para o risco de novas inundações.
Mais de 370 mil soldados e residentes foram mobilizados para reforçar as tarefas de prevenção de inundações em oito províncias que se encontram ao longo dos principais rios do país. O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, pediu às autoridades locais que se preparem para mais inundações e desastres.
O último acidente grave aconteceu durante a madrugada de segunda-feira, 26, na província sulina de Yunnan, onde pelo menos 11 pessoas morreram e outras 11 desapareceram após um deslizamento de terra provocado por uma chuva torrencial.
A China enfrenta a cada ano, entre junho e setembro, um período de inundações que castigam o centro e o sul do país e as deste ano estão sendo as piores desde 1998, quando morreram milhares de pessoas. Este ano, além disso, 28 províncias e mais de 120 milhões de pessoas foram afetadas por estes desastres meteorológicos.
Fonte: Estadao.com.br
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Noroeste do Paquistão: Pior chuva da história
Pelo menos 408 pessoas morreram vítimas das chuvas que caem no Paquistão há três dias, principalmente na província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do país.
As inundações são as piores da história da região, afirmou em entrevista coletiva o ministro da Informação provincial, Mian Iftikhar Hussain, citado pelo canal "Geo TV".
swissinfo.ch
O diretor de operações da Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (NDMA), Amre Siddique, disse à Agência Efe que na verdade há 355 mortos pelas enchentes, dos quais 290 viviam em Khyber Pakhtunkhwa.
Siddique acrescentou que mais de 15 mil pessoas estão isoladas em zonas inundadas e que 25 helicópteros estão participando dos trabalhos de resgate.
Fonte: Terra.com.br
As inundações são as piores da história da região, afirmou em entrevista coletiva o ministro da Informação provincial, Mian Iftikhar Hussain, citado pelo canal "Geo TV".
swissinfo.ch
O diretor de operações da Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (NDMA), Amre Siddique, disse à Agência Efe que na verdade há 355 mortos pelas enchentes, dos quais 290 viviam em Khyber Pakhtunkhwa.
Siddique acrescentou que mais de 15 mil pessoas estão isoladas em zonas inundadas e que 25 helicópteros estão participando dos trabalhos de resgate.
Fonte: Terra.com.br
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
China: 701 mortos, 347 desaparecidos
As enchentes já mataram 701 pessoas e deixaram 347 desaparecidas em 2010, na China, antes mesmo da chegada das maiores chuvas previstas no ano. Este é o maior número de mortes desde 1998, quando o maior volume de chuva em cinco décadas provocou 4.150 mortes. Segundo Liu Ning, secretário-geral da agência do governo para prevenção de enchentes, é necessário agilizar as medidas para evitar novos desastres, pois a temporada de tufões está se aproximando.
bp3.blogger.com
Os danos em 2010 são estimados em US$ 21 bilhões. As chuvas torrenciais deste ano atingiram o setor agrícola de forma especialmente forte, afetando 930 mil hectares de plantações e mais de 133 hectares haviam sido destruídos pelas enchentes até 10 de julho, segundo o Ministério de Assuntos Civil.
Fonte: estadao.com.br
bp3.blogger.com
Os danos em 2010 são estimados em US$ 21 bilhões. As chuvas torrenciais deste ano atingiram o setor agrícola de forma especialmente forte, afetando 930 mil hectares de plantações e mais de 133 hectares haviam sido destruídos pelas enchentes até 10 de julho, segundo o Ministério de Assuntos Civil.
Fonte: estadao.com.br
Vendavais na serra gaúcha: destruição
Vendavais, com registros de 124 km/h, causaram destruição na serra gaúcha na noite
de ontem. As principais cidades atingidas foram Canela e Gramado.
A hipótese de um tornado ser o responsável pela destruição está descartada, haja vista que
o fenômeno atingiu outras cidades e não deixou um rastro definido de destruição (as cidades
foram "varridas"). O mais provável é que tenha sido uma microexplosão intensificada pela
presença de um ciclone extratropical.
Ao menos 20 pessoas ficaram feridas, sem gravidade, e cerca de 300 casas foram danificadas.
Fonte das fotos: uol.com.br
de ontem. As principais cidades atingidas foram Canela e Gramado.
A hipótese de um tornado ser o responsável pela destruição está descartada, haja vista que
o fenômeno atingiu outras cidades e não deixou um rastro definido de destruição (as cidades
foram "varridas"). O mais provável é que tenha sido uma microexplosão intensificada pela
presença de um ciclone extratropical.
Ao menos 20 pessoas ficaram feridas, sem gravidade, e cerca de 300 casas foram danificadas.
Fonte das fotos: uol.com.br
terça-feira, 20 de julho de 2010
O início de ano mais quente registrado
Dica: SBMET
El Niño provoca início de ano mais quente da história
O mundo nunca sentiu, em 131 anos, tanto calor nos cinco primeiros meses de um ano quanto em 2010. Entre janeiro e maio deste ano, a temperatura combinada da superfície e dos oceanos foi 0,68°C maior do que a média do século XX, batendo o recorde de 1998. Responsável por reunir as medições globais desde 1880, o Centro Nacional de Dados Meteorológicos norte-americano (NCDC, na sigla em inglês) aponta o fenômeno climático El Niño como um dos responsáveis pela marca histórica.
De acordo com o NCDC, os meses de março, abril e maio registraram marcas inéditas. No período, a temperatura chegou a 14,4°C – o correspondente a 0,73°C a mais que a média do século anterior. O planeta reaqueceu desde o início do ano especialmente no Canadá, Groenlândia, Sibéria (Rússia), Norte da África, Sudoeste da Ásia e Sul da Austrália.
Fonte: Canal Rural
El Niño provoca início de ano mais quente da história
O mundo nunca sentiu, em 131 anos, tanto calor nos cinco primeiros meses de um ano quanto em 2010. Entre janeiro e maio deste ano, a temperatura combinada da superfície e dos oceanos foi 0,68°C maior do que a média do século XX, batendo o recorde de 1998. Responsável por reunir as medições globais desde 1880, o Centro Nacional de Dados Meteorológicos norte-americano (NCDC, na sigla em inglês) aponta o fenômeno climático El Niño como um dos responsáveis pela marca histórica.
outreach.eos.nasa.gov
De acordo com o NCDC, os meses de março, abril e maio registraram marcas inéditas. No período, a temperatura chegou a 14,4°C – o correspondente a 0,73°C a mais que a média do século anterior. O planeta reaqueceu desde o início do ano especialmente no Canadá, Groenlândia, Sibéria (Rússia), Norte da África, Sudoeste da Ásia e Sul da Austrália.
arrobazona.com
Fonte: Canal Rural
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UnB e as mudanças climáticas
Dica: SBMET
Mudanças do clima: Unb oficializa grupo
Depois de dois anos de existência, a Universidade de Brasília lançou, oficialmente, esta semana, a Rede Mudança Global do Clima e Sociedade (Clim), que reúne especialistas em meio ambiente. Segundo a Unb, o Clim é o maior grupo acadêmico da América Latina no estudo da interação entre Relações Internacionais e mudanças climáticas. Quatro professores do Instituto de Relações Internacionais (Irel) integram a equipe, que estuda temas como a política externa climática brasileira e sua relação com a transição para uma economia de baixo carbono (CO2) no Brasil, além da dinâmica global de transição.
“O Clim surgiu para tentar suprir essa carência de debates”, afirma Cristina Inoue, integrante do grupo, acrescentando que as emissões de CO2 são os principais vetores do aquecimento global e, normalmente, são analisadas sob a ótica das Ciências Naturais.
Para o coordenador da equipe de pesquisa, professor Eduardo Viola, o debate sobre mudanças climáticas é uma oportunidade de esclarecer a comunidade acadêmica sobre uma questão que interfere nos rumos do planeta. “As mudanças climáticas são interesse de todos, pela importância do tema no futuro do Brasil e da humanidade”, declara.
(com informações da Agência Unb)
Fonte: Ambiente Energia
Mudanças do clima: Unb oficializa grupo
Depois de dois anos de existência, a Universidade de Brasília lançou, oficialmente, esta semana, a Rede Mudança Global do Clima e Sociedade (Clim), que reúne especialistas em meio ambiente. Segundo a Unb, o Clim é o maior grupo acadêmico da América Latina no estudo da interação entre Relações Internacionais e mudanças climáticas. Quatro professores do Instituto de Relações Internacionais (Irel) integram a equipe, que estuda temas como a política externa climática brasileira e sua relação com a transição para uma economia de baixo carbono (CO2) no Brasil, além da dinâmica global de transição.
“O Clim surgiu para tentar suprir essa carência de debates”, afirma Cristina Inoue, integrante do grupo, acrescentando que as emissões de CO2 são os principais vetores do aquecimento global e, normalmente, são analisadas sob a ótica das Ciências Naturais.
Para o coordenador da equipe de pesquisa, professor Eduardo Viola, o debate sobre mudanças climáticas é uma oportunidade de esclarecer a comunidade acadêmica sobre uma questão que interfere nos rumos do planeta. “As mudanças climáticas são interesse de todos, pela importância do tema no futuro do Brasil e da humanidade”, declara.
(com informações da Agência Unb)
Fonte: Ambiente Energia
Tempestades na China
Desde o último dia 1º, 146 pessoas morreram e outras 40 desapareceram na China por causa dos temporais. Além disso, 1,3 milhão de pessoas tiveram de abandonar suas casas.
As fortes chuvas são frequentes na China entre os meses de junho e setembro, sobretudo na metade sul. Neste ano, o país enfrenta as piores enchentes desde 1998, quando milhares de pessoas foram vítimas dessas tragédias.
As fortes chuvas são frequentes na China entre os meses de junho e setembro, sobretudo na metade sul. Neste ano, o país enfrenta as piores enchentes desde 1998, quando milhares de pessoas foram vítimas dessas tragédias.
Fonte: uol.com.br
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